A ciência espírita

 

 

Tarcisio Martins Dantas

Revista O Reformador - FEB

 

Resumo

 

O que é a ciência espírita? O que dá a este conhecimento o grau de uma ciência? O conhecimento espírita é de competência científica, não por uma analogia criada pela ideia que se tem de ciência, mas pela organização e desenvolvimento segundo o rigor de pesquisa de qualquer ciência específica do mundo, conferindo-lhe o grau de excelência científica. Essa condição atribuída ao conhecimento do mundo invisível, segundo a Doutrina Espírita, foi trabalho de Kardec, e que deu ao Espiritismo uma resistência insuperável a qualquer esforço de oposição aos esclarecimentos que lhes são decorrentes, pois ela está com a verdade. O Espiritismo, em uma das suas bases, não é como se fosse uma ciência: é uma Ciência.

 

Palavras-chave

 

Ciência espírita; método científico; manifestações espíritas; mesas girantes.

 

 

O homem e tudo ao seu redor se transformam e têm um fim.

 

Para transformações adequadas, pois a experiência humana mostra isso como necessário, é preciso o conhecimento das coisas que alcançam o homem, entender como elas são e como assim devem ser.

 

O homem é um ser integrante da Natureza e, como em tudo, somente se transformará naquilo de que a Natureza for capaz. A causa do homem, o que ele é, assim como o seu futuro, guardam uma relação muito próxima com o conhecimento das coisas naturais, suas leis, suas potências, sobretudo aquelas exclusivamente humanas, e que necessariamente o auxiliarão na mudança para melhor, visto que tudo é obra de Deus, por amor e para a felicidade de todos os seres.

 

Em uma definição mais abrangente, o conhecimento representa uma relação entre o homem – a partir de sua mente, consciência – e o que um fenômeno manifesta, podendo significar o desenvolvimento, ou o processo, ou a criação do conhecimento, assim como também significar o produto desse desenvolvimento, o conjunto da obra. Portanto, para o conhecimento de algo, duas etapas consecutivas e distintas são indispensáveis: sua determinação e o posterior aprendizado.

 

Entretanto, outra questão se apresenta nesta jornada: qual o conhecimento verdadeiro das coisas, visto que este depende de interpretações? E mesmo a experiência de um fenômeno, no que tem de mais concreto, nada revela em si além de fatos e suas constatações. O conhecimento elevado ao nível máximo da verdade, livre das opiniões humanas, é denominado científico e consiste no conhecimento metódico de fatos e causas naturais, ou de modo mais amplo, dos fenômenos e suas causas, dando-lhes solução aos problemas que se apresentam com os fenômenos, determinando as leis que os regem, com absoluta garantia de validade, pois que sempre poderá ser provado. O conhecimento nesse grau científico é o ideal clássico aristotélico de qualquer ciência específica, em que se conhece por que os fatos manifestados em um fenômeno não podem ser diferentes do que são.¹

 

Os fenômenos espíritas são de todos os tempos, no entanto, de maneira mais frequente eles aconteceram na América do Norte no século XIX e, logo em seguida, em todo o mundo. Ainda na América, a veracidade dos fatos manifestados foi constatada, tanto no aspecto físico, de deslocamento de objetos e ruídos, como também nas comunicações recebidas por meio de pancadas. Então, antes que a nova ordem de fenômenos alcançasse o prof. Rivail, os mortos já falavam por meio de batidas. Entretanto, como explicar o fenômeno? O conhecimento daqueles fenômenos precisava de um caráter positivo para alcançar o grau de uma ciência, e este labor coube ao mestre de Lyon. Kardec, além dos esforços para compreensão das causas físicas daqueles movimentos que se davam sem o contato das mãos, muito mais se empenhou por tornar científico o conhecimento daqueles fenômenos, um conhecimento verdadeiro, contudo, ao grau máximo da verdade: o conhecimento das leis do mundo invisível.

 

Desde um pouco antes do século das luzes, a Humanidade aprendeu uma outra forma de entender as coisas, tornando- -se uma exigência sem volta o saber antes de crer. Era preciso saber sobre aqueles fenômenos estranhos para que se pudesse crer no seu conhecimento, e o conhecimento de que se precisava crer não era apenas o relativo aos aspectos materiais que feriam as impressões de qualquer observador, mas também o conhecimento das causas inteligentes das comunicações obtidas por intermédio daquelas manifestações, e em suas máximas, que mudariam a História da Humanidade para sempre, inserindo o homem na terceira fase das Revelações de Deus.

 

A ação daquelas forças vivas sobre a matéria inerte (mesas girantes), como eram defini[1]das naquele século as forças do movimento, já era algo surpreendente, embora ainda sem esclarecimento quanto à sua natureza, e além do movimento mecânico dos objetos, estes davam prova de uma capacidade, de uma potência implícita que os faziam obedecer a ordens. Havia uma inteligência oculta em alguns dos fatos das manifestações espíritas e abordar o problema do ponto de vista de uma potência, pela Teoria de Ato e Potência de Aristóteles, foi um passo muito significativo de Kardec na direção de um conhecimento científico. Como afirmar a existência de algo, sem que antes se saiba o que é?

 

Segundo Aristóteles, a existência de um ser pode ser verificada de duas formas: pelo que ele é, correspondendo a existência em ato, e pelo que ele pode vir a ser, correspondendo a existência em potência. Assim, é possível constatar que algo exista, por meio de suas potências, capacidades, mesmo quando o ser está desconhecido. E dessa forma Allan Kardec desvenda a existência de um ser, sem as crenças cegas, constatando primeiro uma inteligência oculta nos fatos; e mais: livre das ideias preconcebidas, pessoais, cuja independência marca o conhecimento científico de toda nova ciência no alvorecer.

 

O primeiro conhecimento que se apresenta ao homem é o da sua existência, visto que o homem pensa.² Analogamente, no campo da fenomenologia espírita, o primeiro conhecimento alcançado com a inteligência oculta nos fatos, que obedeciam às ordens da assistência e que respondiam a pensamentos, livres e independentes de qualquer indivíduo presente às reuniões, foi o da existência de um ser humano. Se pensa, existe! Antes que o manifestante daquelas comunicações se identificasse como a alma dos homens que um dia viveram sobre a Terra, o Codificador concluía tratar-se de um ser humano e invisível, e para isso unia conceitos de suas observações, antes aparentemente independentes, num conceito composto, causa e efeito: todo efeito tem uma causa.

 

A partir do momento em que as manifestações deram sinais de inteligência, o conhecimento das coisas do Espírito começou a evoluir, efetivamente, como algo de natureza diferente da matéria, pois até então, de acordo com Allan Kardec, esses “[…] efeitos poderiam explicar-se perfeitamente pela ação de uma corrente magnética, ou elétrica, ou, ainda, pela de um fluido qualquer […]”.³ As manifestações inteligentes foram o marco entre as ciências específicas da matéria e a nova ciência. Entretanto, os fenômenos espíritas não foram, somente eles próprios, uma ciência. Claude Bernard, médico e fisiologista francês, contemporâneo de Kardec, e precursor da medicina experimental, afirmou, a respeito de um fenômeno qualquer, que a simples constatação dos fatos nunca chegará a constituir uma ciência, e mesmo quando estes fatos e suas observações forem multiplicados, isso não levará a compreensão de nada.⁴

 

Os fatos das manifestações espíritas não guardam a totalidade do seu conhecimento, como alguns o creem, mas indiscutivelmente são o primeiro passo em direção ao seu entendimento. Todo e qualquer fenômeno é real quando os fatos manifestados ferem os sentidos humanos, seja pela visão, pela audição ou qualquer outro sentido. Então, na escalada do conhecimento, aquele mais proximamente observado, externo ao homem, é o conhecimento concreto. Contudo, há fenômenos, como os fenômenos espíritas, em que o problema das verdades explicitivas não fica totalmente resolvido pelas observações diante dos sentidos, pois que também conservam um conhecimento implícito no campo da essência das coisas, no campo do imaterial. Este conhecimento não é determinado pela constatação dos fatos, mas tão só pelo raciocínio lógico aplicado às observações, pela razão. Assim entendeu Kardec esse aspecto do fenômeno espírita, não se limitando aos fatos, generalizando as causas mais imediatas dos efeitos observados, com um raciocínio lógico indutivo, portanto, longe das abstrações puras de uma teoria hipotética e dedutiva. O raciocínio empregado pelo Codificador nas experiências espíritas foi esse, o raciocínio lógico indutivo, que dos fatos remontou ao que os provocava, que tomados por efeitos de novas causas, e assim sucessivamente aplicados, conduziram às leis reconhecidamente naturais do fenômeno.

 

O conhecimento elevou o homem ao encontro da origem das coisas, e se um método adequado orienta a razão humana, a causa alcançada se aproxima da verdade. O método que conduz as buscas do homem ao conhecimento científico, verdadeiro em suas causas, desde o século XVII de maneira mais efetiva, é o método experimental. Essa foi a trajetória do conhecimento científico espírita: o conhecimento assegurado pela afirmação das causas verdadeiras, segundo o método experimental.

 

O método experimental, procedimento obrigatório de toda ciência positiva, foi empregado por Kardec,⁵ e tem como condição de validação dos fatos não somente a observação, mas a comparação e a análise, aplicadas sobre as experiências espíritas, que permitiam verificar qualquer nova situação, como toda experiência, pela possibilidade que tem de repetição. Não há nada mais legítimo e positivo, para um conhecimento ser elevado ao grau de ciência, que o conhecimento absolutamente verificável naquilo que é, e as repetições das experiências espíritas conferiram esse elemento construtivo de ciência.

 

Dentre as condições de validação do método experimental, a observação certamente é aquela primeira ao confrontar uma nova força. Sim, uma força foi atribuída ao movimento dos objetos, tomados então por efeitos, uma vez que a matéria não pode em si mesma dar origem àqueles fatos. Havia uma causa daquele movimento, uma força, pois todo efeito tem uma causa. Porém, Kardec se deparou com efeitos de uma força que não parecia cega, e como dito anteriormente, guiada por uma inteligência, demonstrando sua disposição e capacidade em aplicar os elementos de desenvolvi[1]mento das ciências ordinárias, também para as coisas metafísicas, enunciando que todo efeito inteligente tem uma causa inteligente. Aplicar o método científico às coisas da metafísica, não considerado algo possível pelos estudiosos de seu tempo, foi uma contribuição original de Allan Kardec, um homem notável.

 

Um novo conhecimento, em um dos seus significados, não necessariamente revelará uma nova ciência. As ciências consolidadas em suas bases, igualmente, estão em crescimento naquilo que podem esclarecer aos estudiosos, sobre fenômenos específicos, e novos conhecimentos se somam ao seu conjunto. A história do Espiritismo, no período do século XIX, ilustra a tentativa de se atribuir aos novos conhecimentos espíritas a natureza magnética animal, como um avanço daqueles atingidos pela ciência do magnetismo. Ressalta-se aqui, segundo Zêus Wantuil em sua magnífica obra,⁶ a importância do trabalho de pesquisa publicado por Gasparin (1810–1871), considerado por aquele como um escritor francês culto e erudito, destemeroso e de perfeita honradez, mas que tinha como tese demonstrar a natureza puramente física do fenômeno das mesas.

 

Ainda em relação à pesquisa de Zêus Wantuil sobre os fenômenos aqui abordados, encontram-se registros daqueles que até afirmavam cientificamente algo novo em ação, como por exemplo o Dr. F. Roubaud (1820–1878), que concluía não serem tais efeitos devidos à eletricidade, ao galvanismo, ao calórico, ao magnetismo terrestre ou ao magnetismo animal, como também aqueles que atribuíram às causas demoníacas os mesmos efeitos, como por Mirville, citado igualmente por Zêus Wantuil. Porém, todos se apoiavam em conhecimentos ordinários. Tais ocorrências anunciavam a falência que antecipa a chegada de uma nova ciência.

 

Modernamente, no campo da epistemologia,⁷ verificou-se que a história de toda e qualquer nova ciência passa por fases comuns, em que inicialmente uma crise se estabelece na visão que se tem de mundo. Neste estudo histórico, concebe-se uma ciência por um processo de atividades organizadas em etapas, de articulações e desenvolvimentos, dirigidas por alguma base científica anterior e fundamentada, denominada por paradigma, que orienta os conhecimentos, as concepções de aspectos da natureza, consequentemente. Portanto, toda ciência evolui a partir de uma base científica (paradigma), mas não indefinidamente e até que a sua insuficiência seja declarada por meio de uma crise nessas bases.

 

A Doutrina Espírita como ciência surge, então, em meio a uma crise, visto que nenhuma ciência ordinária foi capaz de explicar satisfatoriamente os fenômenos inteligentes em suas bases científicas. Evidentemente, para que tais fenômenos pudessem ser explicados, uma outra base precisaria ser estabelecida como um novo paradigma, algo inconcebível até aquele momento, para que, a partir daí, todo o conhecimento fosse descortinado. A ação do que é imaterial sobre a matéria, mais especificamente a ação dos Espíritos sobre a matéria, foi o paradigma espírita, e que se fundamenta na existência e na natureza do invólucro semimaterial do Espírito: o perispírito. O perispírito não foi uma concepção teórica de Kardec, e sim uma afirmação positiva de “Numerosas observações e fatos irrecusáveis […]”,⁸ demonstrando a existência no homem de mais um componente, além da alma e de seu corpo, a existência de um invólucro fluídico, semimaterial, imponderável, que serve de ligação entre a alma e o corpo. Pensa-se não ser por outro motivo que o primeiro capítulo de O livro dos médiuns, segunda parte, tem como título A ação dos Espíritos sobre a matéria, tamanha a importância para a evolução da ciência espírita. Todo e qual[1]quer fenômeno espírita não poderá ser compreendido senão por meio dessa chave.

 

O perispírito, como se vê, é o princípio de todas as manifestações. O conhecimento dele foi a chave da explicação de uma imensidade de fenômenos e permitiu que a ciência espírita desse largo passo, fazendo- -a enveredar por nova senda, tirando-lhe todo o cunho de maravilhosa. […]⁹

 

Como foi possível constatar nessas poucas linhas, todos os elementos indispensáveis aos novos conhecimentos, para formar um corpo de ciência, foram adotados por Kardec nos fenômenos das novas forças, de modo rigorosamente científico, livres de qualquer autoridade, de opiniões e de crenças. Allan Kardec é o autor da Ciência Espírita, classificada por ele mesmo como uma ciência de observação¹⁰ e não como uma ciência experimental, como muitos pensam ser, pelo fato de empregar o método experimental em suas pesquisas. Ela é precisamente uma ciência de observação, visto que todo o seu conhecimento parte de uma observação natural, ou ainda, de uma manifestação pura e simplesmente constatada, e nunca por fatos obtidos pelas condições absolutamente determinadas pelo experimentador, uma vez que o fenômeno espírita tem como agente causador o Espírito manifestante.¹¹ Sem ele, o fenômeno não acontecerá, mesmo quando provocado pelo experimentador, por meio de uma sessão espírita.

 

E o que resta, então? Conhecer a ciência espírita e reconhecer o autor. Deve-se gratidão a esse Espírito, que veio ao mundo em nome do Cristo, apresentando ao homem a mediunidade livre do sobrenatural, a mediunidade apoiada em uma ciência, conhecimento verdadeiro para transformações adequadas, que muito além daquilo de material que precisava explicar, nos ajudou a saber as consequências morais do fenômeno: Doutrina Espírita.

 

 

REFERÊNCIAS:
¹ ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. 6. ed. São Paulo, SP: WMF Martins Fontes, 2012. p. 157.
² DIDEROT, Denis. Enciclopédia, ou dicionário razoado das ciências, das artes e dos ofícios. v. I: Discurso preliminar e outros textos. Org. Pedro Paulo Pimenta e Maria das Graças de Souza. Trad. Fúlvia Moretto e Maria das Graças de Souza. 1. ed. São Paulo, SP: Editora Unesp, 2015. p. 49.
³ KARDEC, Allan. O livro dos médiuns. Trad. Guillon Ribeiro. 81. ed. 9. imp. (Edição Histórica). Brasília, DF: FEB, 2020. 2a pt., cap. 3, it. 65.
⁴ BERNARD, Claude. Introduction à l’étude de la médecine expérimentale. Paris: J. B. Baillière et fils, 1865. p. 7.
⁵ KARDEC, Allan. A gênese. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 2. imp. Brasília, DF: FEB, 2019. cap. 1, its. 14 e 15.
⁶ WANTUIL, Zêus. As mesas girantes e o espiritismo. 6. ed. 1. imp. Brasília, DF: FEB, 2019.
⁷ KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas. Trad. Beatriz Vianna Boeira e Nelson Boeira. 13. ed. 2. imp. de 2017. São Paulo: Perspectiva, 2018.
⁸ KARDEC, Allan. O livro dos médiuns. Trad. Guillon Ribeiro. 81. ed. 9. imp. (Edição Histórica). Brasília, DF: FEB, 2020. 2a pt., cap. 1, it. 54.
⁹ . cap. 6, it. 109.
¹⁰ . A gênese. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 2. imp. Brasília, DF: FEB, 2019. cap. 1, its. 14 e 15. ¹¹ . O livro dos médiuns. Trad. Guillon Ribeiro. 81. ed. 9. imp. (Edição Histórica). Brasília, DF: FEB, 2020. 2a pt., cap. 6, it. 74.

¹ ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. 6. ed. São Paulo, SP: WMF Martins Fontes, 2012. p. 157.
² DIDEROT, Denis. Enciclopédia, ou dicionário razoado das ciências, das artes e dos ofícios. v. I: Discurso preliminar e outros textos. Org. Pedro Paulo Pimenta e Maria das Graças de Souza. Trad. Fúlvia Moretto e Maria das Graças de Souza. 1. ed. São Paulo, SP: Editora Unesp, 2015. p. 49.
³ KARDEC, Allan. O livro dos médiuns. Trad. Guillon Ribeiro. 81. ed. 9. imp. (Edição Histórica). Brasília, DF: FEB, 2020. 2a pt., cap. 3, it. 65.
⁴ BERNARD, Claude. Introduction à l’étude de la médecine expérimentale. Paris: J. B. Baillière et fils, 1865. p. 7.
⁵ KARDEC, Allan. A gênese. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 2. imp. Brasília, DF: FEB, 2019. cap. 1, its. 14 e 15.
⁶ WANTUIL, Zêus. As mesas girantes e o espiritismo. 6. ed. 1. imp. Brasília, DF: FEB, 2019.
⁷ KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas. Trad. Beatriz Vianna Boeira e Nelson Boeira. 13. ed. 2. imp. de 2017. São Paulo: Perspectiva, 2018.
⁸ KARDEC, Allan. O livro dos médiuns. Trad. Guillon Ribeiro. 81. ed. 9. imp. (Edição Histórica). Brasília, DF: FEB, 2020. 2a pt., cap. 1, it. 54.
⁹ . cap. 6, it. 109.
¹⁰ . A gênese. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 2. imp. Brasília, DF: FEB, 2019. cap. 1, its. 14 e 15. ¹¹ . O livro dos médiuns. Trad. Guillon Ribeiro. 81. ed. 9. imp. (Edição Histórica). Brasília, DF: FEB, 2020. 2a pt., cap. 6, it. 74.