CEE VINHA DE LUZ - LONDRINA / PR

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O que permanecerá?

 

 

“Os flagelos são provas que dão ao homem ocasião de exercitar a sua inteligência, de demonstrar sua paciência e resignação ante a vontade de Deus e que lhe oferecem ensejo de manifestar seus sentimentos de abnegação, de desinteresse e de amor ao próximo, se o não domina o egoísmo.”¹

 

Passados os momentos difíceis da recente pandemia – que convidou a Humanidade a exercitar inteligência, paciência, resignação; a testemunhar fé, esperança, otimismo e amor ao próximo – o que realmente permanecerá?

 

Se as lições decorrentes da pandemia forem olvidadas é sinal de que continuamos dominados pelo egoísmo, que não aprendemos e não observamos devidamente as bênçãos que os momentos difíceis nos clamaram a identificar.

 

Fomos todos chamados a não engrossar as fileiras do desalento; a compreender os desígnios de Deus, justo e amoroso, de onde provêm as Leis Divinas, sabiamente perfeitas; a sedimentar a fé inabalável; a olhar o outro como irmão em humanidade e a amá-lo como filho de Deus.

 

O amor varreu as mentes e os corações em toda superfície da Terra, tocando as fibras mais íntimas da sensibilidade humana, diante das informações que circularam e ainda são noticiadas, a respeito das vidas humanas que viajaram no veículo da vida para outra dimensão, porque, como imortais, o fenômeno da morte apenas transforma a indumentária carnal, destruindo-a, sem que isso afete o Espírito, que continua sua vida em outra dimensão.

 

A pandemia impôs à Humanidade olhar o próximo, preocupar-se com o outro, cuidar do semelhante; possibilitou a prática da caridade, fez com que os recursos psíquicos de grande parcela da sociedade se voltassem para os sentimentos nobres de esperança, confiança, solidariedade, respeito, compaixão.

 

E, agora? Após tantas experiências enriquecedoras, de reflexões, de vivências enobrecedoras por toda Humanidade, o que permanecerá?

 

Fica o questionamento, mas também o convite para permanecermos servindo a Humanidade, desenvolvendo, cada vez mais, a confiança em Deus, apoiando-nos na fortaleza da prece e amando o próximo, conforme nos recomenda a Lei Áurea: Amar o nosso próximo como a nós mesmos.

 

REFERÊNCIA:
¹ KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Trad. Guillon Ribeiro. 93. ed. 8. imp. (Edição Histórica). Brasília: FEB, 2019. q. 740

 Revista O Reformador - Fed. Espírita Brasileira - Julho de 2020